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Carta à transformação

Posso, mas não faço
Quero, mas não posso
Faço o que quero
Nos sonhos da minha alma

Calma…
O que posso fazer agora?
Em meio a essa confusão
O ar livre vira infração
Só o ar viciado é vital
Na doentia ilusão do capital

Corre solto o mar da corrupção
E nessa psicopática alienação
Repleta de ódio e manipulação
Aprisionam nossos sonhos
Matam nossos meios
Despertam nossa revolta

Ah… mas há reviravolta!
Ela amplia nossa consciência
E traz à tona aquilo que já fomos – eu, tu, nós

Lembro que somos um só
Se no outro é que me reconheço
Então eu existo, eu quero, eu posso, eu faço, eu cresço
Livre de egoísmos e vaidades
Entrego minha alma à universalidade.

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