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Chuva

E de repente a chuva bate a minha janela, me convidando a escutá-la, exaltando minha pequenez e uma grande singularidade.
Me sinto pequeno diante dela, sua chegada me leva a uma valsa tão profunda quanto as rachaduras do solo por onde ela entra sem pedir permissão. Mas eu não sei dançar, não tem música e nem platéia! De instante eu sorrio e sinto uma dor existencial que abraça forte e diz que estou vivo e sou único! Ao invés de correr, eu me sento para escutar suas palavras e conhecer a raiz de minha existência

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